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quinta-feira, 19 de agosto de 2010






Na maioria da vezes a vida não é um país de mil maravilhas. Na maioria das vezes vimos só estrelas e esquecemos do mais importante; o pouco que temos pode estar bem distante.


A realidade pode ser dura para muitos de nós. Povos, tribos, pessoas, comunidades,..., sofrem por coisas que já se tornaram comum. Fome, violência(maus tratos), insegurança,...


O que está acontecendo? Cade nossos líderes políticos? E não adianta vim falar que cumpre seu papel de um bom cidadão. Ser bom cidadão não é tratá-los como selvagens. É trata-los com respeito, dignidade, compaixão...


Se novas gerações não mudarem isso; onde iremos parar?


Talvez em um buraco bem profundo onde será difícil voltar.


É triste saber que nesse momento, em algum lugar, morre uma pessoa, incluindo crianças, de fome. Morrendo aos poucos... Pior aquelas que nem se quer experimentaram o gosto de um arroz, de um feijão, de uma carne ou até de uma verdura... Só de pensar que existem pessoas que tem um prato bonito, colorido e farto e costumam dizer "Eco" ou que dizem "Eu não vou comer isso", não sabe o que é a realidade.


Os olhos são reflexos da alma e eles nos mostra a tristeza de não ter o que comer e de quão injusto somos, tanto EU como VOCÊ. Já pensou o quanto somos egocentricos, esquecemos do próximo e as vezes nos perdemos até em nós mesmos. Já pensou no que faz para melhorar o mundo? E o que faz para piorar?
As lágrimas podem ser um grito de socorro, um último suspiro ou até um adeus. Quem brinca hoje, dança no futuro. A realidade é cruel e não mede consequências.Já imaginou o que vai ser ou como vai fazer se os seus pais morrerem. Hoje você tem amparo e amanhã, como será?
Podemos mudar isso, não podemos?
Mas não se preocupem, quando estiverem em uma noite muito escura, pode ter certeza que surgirá uma nova luz, muito mais iluminada e acolhedora. O futuro está nas nossas mãos cabe a nós construirmos.
Eduardo Rodrigues Ferreira.



domingo, 8 de agosto de 2010

REFLITA UM POUCO.

Passagens

Tudo na vida passa.

As amizades que construímos ao longo de nossa vida.

As brigas que procuramos sem analizar as consequencias.

O sofrimento, a amizade, a dor, a infância e a adolescencia vão passando pouco a pouco.

O tempo que nunca para, sempre deixará marcas com sua transparência.

A alma e o espírito que some sem pedir licência, deixa a solidão e a indigencia.

A única coisa que não passa é o amor e sua essência que mesmo que morremos, nunca deixaremos de existir, pois é, a base da criação e da existência.

Eduardo Rodrigues Ferreira

AEROFERNO

Imagem: www.galeria.colorir.com


"Aeroportos precisam de investimentos para atender demanda da Copa", disse o site: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&section=Economia&newsID=a2998381.htm, "Aeroportos brasileiros têm madrugada de caos e atrasos", disse o site: http://www.portalms.com.br/noticias/detalhe.asp?cod=959586980, "O caos aéreo está de volta" disse o site: http://www.brasiliaemdia.com.br/2010/8/6/o-caos-aereo-esta-de-volta-6682.htm.

Como autoridades políticas podem dizer que o Brasil está pronto para receber uma Copa em 2014 e uma Olimpíadas em 2016 se nem eles conseguem resolver problemas que acontecem freqüentemente. Imagine só, o turista ou até mesmo um brasileiro tendo que chegar no estádio para assistir algum jogo na Copa e o avião atrasa 3 horas, 4 horas, 5 horas....

Que jogo incrível seria, não!

E o turista que visitar o Brasil pela primeira vez e der de cara com um aeroporto precário. A famosa “garibada” do brasileiro é típico, ou seja, passar um pano em cima do sujo e achar que tudo está perfeito. É uma vergonha essa atitude. As autoridades políticas ficam numa zona de conforto espetacular e ainda tenta iludir “o povão” de que tudo está em perfeita harmonia e que estamos preparados para esse evento. E não são só questões aéreas não, muita coisa deve ser feita, segurança, redes hospitalares,..., bobo aquele que pensa que tudo está uma maravilha. Antes de batermos no peito e orgulhar desses eventos (Copa e Olimpíadas), devemos refletir um pouco, porque das duas uma; Sairemos muito bem economicamente, socialmente, politicamente e com uma nova perspectiva mundial ou sairemos como um país das cavernas, sem infra-estrutura e sem investimentos mundiais. Torçamos para que isso melhore e que todos nós queremos a primeira opção.

Eduardo Rodrigues.